DJ GALVÃO - The Internacional Evangelizador

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A alegria do Senhor é nossa força!

É com esse versículo que sentimos o empurrão de Deus na nossa vida para nos encher do Espírito Santo e nos mover mundo a fora, nas baladas santas para resgatar a juventude.

http://www.youtube.com/watch?v=sRAI5f012K0


quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Espírito Santo e Maria


E.27.26.1 Maria preparada pelo Espírito Santo

§493 Os Padres da tradição oriental chamam a Mãe de Deus "a toda santa" ("Panhagia"; pronuncie "pan-haguía"), celebram-na como "imune de toda mancha de pecado, tendo sido plasmada pelo Espirito Santo, e formada como uma nova criatura". Pela graça de Deus, Maria permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida.

§721 Maria, a Mãe de Deus toda santa, sempre Virgem, é a obra prima da missão do Filho e do Espírito na plenitude do tempo pela primeira vez no plano da salvação e porque o seu Espírito a preparou, o Pai encontra a Morada em, que seu Filho e seu Espírito podem habitar entre os homens. E neste sentido que a Tradição da Igreja muitas vezes leu, com relação a Maria, os mais belos textos sobre a Sabedoria: Maria é decantada e representada na Liturgia como o "trono da Sabedoria". Nela começam a manifestar-se as "maravilhas de Deus" que o Espírito vai realizar em Cristo e na Igreja.

§722 O Espírito Santo preparou Maria com sua graça. Convinha que fosse "cheia de graça" a mãe daquele em quem "habita corporalmente a Plenitude da Divindade" (Cl 2,9). Por pura graça, ela foi concebida sem pecado como a mais humilde das criaturas; a mais capaz de acolher o Dom inefável do Todo-Poderoso. É com razão que o anjo Gabriel a saúda como a "filha de Sião": "Alegra-te". É a ação de graças de todo o Povo de Deus, e portanto da Igreja, que ela faz subir ao Pai no Espírito Santo em seu cântico, enquanto traz em si o Filho Eterno.

E.27.26.2 O Espírito Santo autor da encarnação do Verbo em Maria

§456 Com o Credo niceno-constantinopolitano, respondemos, confessando: "E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus e se encarnou pelo Espirito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem"

§484 A Anunciação a Maria inaugura a "plenitude dos tempos" (Gl 4,4), isto é, o cumprimento das promessas e das preparações. Maria é convidada a conceber aquele em quem habitará "corporalmente a plenitude da divindade" (Cl 2,9). A resposta divina à sua pergunta "Como se fará isto, se não conheço homem algum?" (Lc 1,34) é dada pelo poder do Espírito: "O Espírito Santo virá sobre ti" (Lc 1,35).

§485 A missão do Espírito Santo está sempre conjugada e ordenada à do Filho. O Espírito Santo é enviado para santificar o seio da Virgem Maria e fecundá-la divinamente, ele que é "o Senhor que da a Vida", fazendo com que ela conceba o Filho Eterno do Pai em uma humanidade proveniente da sua.

§486 Ao ser concebido como homem no seio da Virgem Maria, o Filho Único do Pai é "Cristo", isto e, ungido pelo Espirito Santo desde o início de sua existência humana, ainda que sua manifestação só se realize progressivamente: aos pastores, aos magos, a João Batista, aos discípulos. Toda a Vida de Jesus Cristo manifestará, portanto, "como Deus o ungiu com o Espírito e com poder" (At 10,38).

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Batismo no Espírito Santo


Segundo a teologia da Igreja católica, toda pessoa recebe o Espírito Santo por ocasião do sacramento do Batismo. A Igreja Católica não define a necessidade de um segundo batismo, conforme a profissão de fé do Credo Niceno: "Professo um só batismo para remissão dos pecados". O 'batismo no Espírito Santo' como entendido no contexto da Renovação Carismática Católica não é um sacramento, nem um requisito para a Salvação. Ele seria uma renovação do contato com Deus que fora adquirido originalmente pelo Batismo sacramental e um auxílio para uma vivência da fé mais próxima da anunciada no evangelho. Como o primeiro resultado deste 'batismo' haveria o desejo pela oração e pela vida na Igreja Católica Apostólica Romana. No contexto católico é comum a utilização do termo efusão do Espírito Santo.

http://www.youtube.com/watch?v=sRAI5f012K0

terça-feira, 25 de maio de 2010

Os Sete Dons do Espírito Santo


Jesus, o filho Unigênito do Pai, é o Cristo, o Ungido! Veio a nós, diz o Evangelho de São João, porque “Deus amou o mundo de tal maneira que lhe deu seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna, pois Deus não enviou seu filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele”. Ele se encarnou, no seio da virgem Maria, por obra do Espírito Santo; sua vida pública iniciou-se quando o Espírito se manifestou “em forma de pomba” sobre a sua cabeça. Conduzido pelo Espírito Santo, Jesus foi ao deserto, e cheio da força do Espírito Santo Jesus foi a Nazaré e levantou-se para ler as seguintes palavras:
“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu; e enviou-me para anunciar a boa nova aos pobres, para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor”.
Por meio de sua imolação na cruz, Jesus resgatou para Deus, ao preço de seu sangue, homens de toda tribo, língua, povo e raça, e deles fez para nosso Deus um reino de sacerdotes, que reinarão sobre a terra (Cf. Apo 3, 9-10). Esta graça, por sua vez, é-nos comunicada por meio do Sacramento do Batismo (Baptizein, no grego, significando imersão, submersão) “ou ignorais que todos os que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte?”, pergunta o Apóstolo Paulo aos Romanos. O Apóstolo prossegue: “Fomos, pois, sepultados com ele na sua morte pelo batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova. Se fomos feitos um mesmo ser com ele por uma morte comum ressurreição” (Cf. Rm 6, 4-5).
O Sacramento do Batismo é a fonte da graça santificante, a “in-habitação” do Espírito Santo, tornando-nos Seu Templo! É o Espírito do Filho Unigênito que nos faz clamar “Abbá, Pai”.
Atentemos, contudo, para o versículo quinto do capítulo sexto da carta aos Romanos: “Somos feitos o mesmo ser com ele”! O Espírito de Filiação (posto que pertence ao filho unigênito), é dado a nós, e o seu efeito é como que um “enxerto na Videira Verdadeira”. Somos “assimilados”, integrados ao próprio Cristo, formando um só Corpo com Ele. Tudo o que Ele é e tudo o que Ele conquistou passa a ser nossa Herança, graças ao Seu Espírito que nos anima!

O Apóstolo João diz, no Capítulo quinto, versículo sexto do Apocalipse: “Eu vi no meio do trono, dos quatro Animais e no meio dos Anciãos um Cordeiro de Pé, como que imolado. Tinha ele sete chifres e sete olhos que são os sete Espíritos de Deus, enviados por toda a Terra”. Este Espírito, que habita no Cordeiro, possui sete graças, sete dons que nos configuram a Jesus Cristo (principal missão do Espírito).

“Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor”, diz o Profeta Isaías, e prossegue narrando os “Sete Espíritos de Deus”: “... Espírito de Sabedoria e de Entendimento, Espírito de Prudência e de Coragem, Espírito de Ciência e de Temor ao Senhor. (Sua alegria se encontrará no temor ao Senhor)”. À lista desta versão da bíblia com os seis dons, a versão da Vulgata e a tradução grega dos 70 (Septuaginta) acrescem a piedade, eliminando a dupla menção do temor de Deus e obtendo assim o número de sete.
Quando recebemos o Sacramento do Batismo, portanto, somos agraciados pelos dons desta “in-habitação”, chamados, por isso, de Dons de Santificação. Recebemos o Espírito de Cristo que atua em nós num processo de configuração com a Pessoa do Filho Unigênito, através da ação dos Seus sete dons.
Entre os dons do Espírito Santo, o dom da Ciência ocupa o primeiro lugar, pela sua importância na vida espiritual. O dom da Ciência faz com que se substitua a mentalidade mundana, isto é, meramente humana, pela maneira de ver de Deus. A alma passa então a julgar todas as coisas à luz da fé, e compreende com toda a nitidez o fim sobrenatural do homem e a necessidade de subordinar-lhe todas as realidades terrenas.
O dom do Conselho tem por finalidade aperfeiçoar a virtude da prudência, fazendo com que a alma possa discernir de imediato o que deve fazer ou deixar de fazer, tanto no que diz respeito à sua própria conduta como à do próximo.Trata-se como que de um conjunto de raciocínios iluminados pela graça de Deus que nos mostra de maneira nítida e precisa o que convém fazer ou evitar de fazer em determinadas circunstâncias. Esse “golpe de vista” tão preciso, é resultado do estudo e da reflexão, mas é também como que um “instinto sobrenatural” que provém do dom do Conselho.
O dom do Entendimento é uma disposição sobrenatural da alma que lhe permite captar e compreender de maneira extremamente clara e como que por intuição determinados mistérios de nossa fé ou até mesmo passagens das Sagradas Escrituras. Sob o influxo desse dom a alma penetra de maneira extremamente clara nos mistérios revelados, capta o alcance das verdades mais profundas da fé, deixa-se conduzir por caminhos de uma oração sempre mais vivenciada.
O dom da Sabedoria pode ser definido como uma disposição sobrenatural da inteligência que leva a dar valor àquilo que diz respeito às coisas de Deus e à glória de seu nome. " A sabedoria vale mais que as pérolas e jóia alguma a pode igualar " (Prov 8, 11). O dom da sabedoria não se aprende nos livros, mas é comunicado à alma pelo próprio Deus, que ilumina e enche de amor a mente, o coração, a inteligência e a vontade.
O dom da Piedade consiste numa disposição sobrenatural da alma que a inclina, sob a ação do Espírito Santo, a comportar-se nas suas relações com Deus como uma criança muito carinhosa se comporta com seu pai, por quem se sabe imensamente amada e querida.
O dom da Fortaleza é a capacidade que o Espírito Santo nos dá de viver e suportar as provações e de uni-las às provações de Cristo. A alma totalmente entregue ao Espírito Santo encontra, no dom da Fortaleza, uma disposição sobrenatural que a torna capaz de empreender as ações mais difíceis e de suportar as provas mais duras por amor a Deus e pela glória de seu nome.
O dom do Temor de Deus é uma disposição sobrenatural da alma que a faz experimentar um imenso respeito por Deus e uma complacência sem limites na sua bondade de Pai. Não se trata de temor servil, nem de temor de desagradar, mas de temor reverencial: Deus é tão grande, tão todo-poderoso, que queremos servi-lo e amá-lo de todo coração porque Ele é nosso Tudo.
"Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim " (Gal 2,20)
Fonte: Marcos Volcan - Informativo ICCRS

CRISTO FEST MUSIC - Convite DJ Galvão

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Quem é o Espírito Santo

Segundo a teologia da Igreja católica, toda pessoa recebe o Espírito Santo por ocasião do sacramento do Batismo. A Igreja Católica não define a necessidade de um segundo batismo, conforme a profissão de fé do Credo Niceno: "Professo um só batismo para remissão dos pecados". O 'batismo no Espírito Santo' como entendido no contexto da Renovação Carismática Católica não é umsacramento, nem um requisito para a Salvação. Ele seria uma renovação do contato com Deus que fora adquirido originalmente pelo Batismo sacramental e um auxílio para uma vivência da fé mais próxima da anunciada no evangelho. Como o primeiro resultado deste 'batismo' haveria o desejo pela oração e pela vida na Igreja Católica Apostólica Romana. No contexto católico é comum a utilização do termo efusão do Espírito Santo.

Na minha vida e em meus estudos o que mais me fascina é tudo o que diz respeito as coisas de Deus. Deus é Amor (Jo 4,8-16) e o Amor que é o primeiro Dom, contém todos os demais. Este amor "Deus o derramou em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado".(Rm5,5).


De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, o Espírito Santo é a "Terceira Pessoa da Santíssima Trindade".Quer dizer, havendo um só Deus, existe nele três pessoas diferentes: Pai, Filho e Espírito Santo. Esta verdade foi revelada por Jesus em seu Evangelho. Algo que não cabe no nosso entendimento, pois é um mistério de Deus, que coisa maravilhosa, o homem tem que se colocar no seu lugar de dependente de Deus. De inferior a Deus, porque Deus é o criador e o homem a criatura criada por esse Deus. Isto é incontestavel e o homem desconhece esse mistério, pode apenas acreditar ou não. É questão de fé. Maravilha de Deus escondido até do mais sábio entre os homens.

A palavra o Paráclito, do grego "parakletos", o mediador, o defensor, o consolador. Jesus nos apresenta ao espírito Santo dizendo: " O Pai vos dará outro Paráclito" (Jo14,16). O advogado defensor é aquele que, pondo-se de parte dos que são culpáveis devido a seus pecados os defende do castigo merecido, os salva do perigo de perder a vida e a salvação eterna. Isto é o que Cristo realizou, e o Espírito Santo é chamado "outro paráclito" porque continua fazendo operante a redenção com a que Cristo nos livrou do pecado e da morte eterna.

O Espírito Santo é representado de diferentes formas:

1)Água: O simbolismo da água é significativo da ação do espírito Santo no Batismo, já que a água se transforma em sinal sacramental do novo nascimento.

2)Unção: Simboliza a força. A unção com o óleo é sinônimo do espírito Santo. No sacramento da Confirmação o confirmado é ungido para prepará-lo para ser testemunha de Cristo.

3)Fogo(linguas): Simboliza a energia transformadors dos atos do Espírito.(Atos 2,1-4)

4)Vento,Nuvem e Luz: Símbolos inseparáveis nas manifestações do Espírito Santo. Assim desce sobre a Virgem Maria para "cobri-la com sua sombra". No monte Tabor, na Transfiguração, no dia da Ascensão; aparece uma sombra e uma nuvem.

5)Selo: é um símbolo ao da unção. Indica o caráter indelével da unção do Espírito nos sacramentos e falam da consagração do cristão.

6)A Mão: Mediante a imposição das mãos os Apóstolos e agora os Bispos,
transmitem o "Dom do Espírito".

7)A Pomba: No batismo de Jesus, o Espírito Santo aparece em forma de pomba e posa sobre Ele.

O Espírito Santo coopera com o Pai e o Filho desde o começo da história até a sua consumação.O Senhor Jesus Ele como uma pessoa diferente, com seu próprio atuar e um caráter pessoal.

Pelo Espírito Santo nós podemos dizer que "Jesus é o Senhor", quer dizer para entrar em contato com Cristo é necessário ter sido atraído pelo Espírito Santo. Mediante o Batismo nos é dado a graça do novo nascimento em Deus Pai por meio de seu Filho no Espírito Santo. É isso que o batismo faz nos torna filhos de Deus através do Espírito Santo.

O Espírito Santo com sua graça é o "primeiro" que nos desperta na fé e nos inicia na vida nova. Ele é quem nos precede e desperta em nós a fé.

Entretanto, é o "último" na revelação das pessoas da Santíssima Trindade.

O Paráclito, é a verdade, como o é Cristo. Os campos de ação em que atua o Espírito Santo são o espírito humano e a história do mundo. A distinção entre a verdade e o erro é o primeiro momento da tal atuação.É o Espírito Santo quem torna possível que a verdade sobre Deus, o homem e seu destino, chegue até nossos dias sem alterações, apesar das mentiras que o demônio tenta incutir no mundo difamando Jesus, sua Mãe e a Igreja nos dias de hoje.

A PAZ DE JESUS E O AMOR DE MARIA ESTEJA EM TEU CORAÇÃO.

domingo, 23 de maio de 2010

O que é a Festa de Pentecostes?


Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.

A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).

No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.

Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.

Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.

Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.

O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

MUSICA NOVA PARA AS BALADAS SANTAS

JUVENTUDE Musica Nova nos sites pra agitar as Baladas Santas, Acessem: www.djgalvao.palcomp3.com.br ou www.feesom.com/user/djgalvao ,Divulguem!!!!

Deus Abênçoe a todos por baixar e deixar aqui seu comentario sobre a musica nova, seu comentário é muito importante!!!!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Só o amor é capaz de curar as feridas que trazemos embutidas em nossa vida.

Quem ama nada exige.

Perdoa sem traçar condições.

Sabe sacrificar-se pela felicidade alheia.

Renuncia com alegria ao que mais deseja.

Não espera reconhecimento.

Serve sem cansaço.

Apaga-se para que outros brilhem.

Silencia as aflições, ocultando as próprias lágrimas.

Retribui o mal com o bem.

Vive para ser útil aos semelhantes.

Agradece a cruz que leva sobre os ombros.

Fala esclarecendo e ouve compreendendo.

Crê na Verdade e procura ser justo.

Quem ama, qual o samaritano anônimo da parábola do Mestre, levanta os caídos da estrada, balsamiza-lhes as chagas, abraça-os fraternalmente e segue adiante...

Autor desconhecido.

Ontem (terça-feira, 18 de maio) nós fizemos uma experiência diferente em nossa rotina do dia a dia.

Resolvemos nos amar de uma forma muito divertida.... na cozinha.

Calma, não é o que parece. Nós resolvemos preparar nosso jantar juntos.

Pegamos na internet uma receita que parecia ser boa demais e fomos prepará-la em nossa cozinha nova... Foi tão divertido pq descobrimos que ´podemos nos amar ao cooperar um com o outro, ao rir com a nossa bagunça, ao mexer na panela, ao abrir a lata de milho (rs), até resolver de última hora fazer um arroz novinho foi uma forma de dizer: eu te amo e você merece que eu faça esse arroz!

Brigamos por causa da panela no fogo, é claro, mas no final foi riso, amor e alegria... e o creme de Milho com arroz novinho ficou bom demais!!!!

Experimentem também fazer algo diferente, passear em um lugar que nunca foram, fazer algo totalmente novo... sei lá, juntos vcs descobrirão uma forma de estreitar ainda mais os laços....rsrsrsrrs.

Hummm, se quiserem fazer uma comidinha juntos, abaixo segue a receita especial que preparamos ontem....

Fiquem com Deus e se amem muito!!

“Por fim, irmãos, vivei com alegria. Tendei à perfeição, animai-vos, tende um só coração, vivei em paz, e o Deus de amor e paz estará convosco.” Coríntios 13, 11

 
Sopa Cremosa de Milho Verde
                
Ingredientes:
01 lata de milho verde em conserva
01 colher de sopa de manteiga
01 colher de sopa de farinha de trigo 
600ml de leite
1/2 tablete de calde de frango - Knorr Vitale
1/4 de peito de frango sem pele ..... trocamos por lingüiça calabresa defumada.
 
Modo de fazer:
 
Derreta a manteiga e coloque em seguida a farinha de trigo, mexa até dourar um pouco.
Vá acrescentando o leite aos poucos, sempre mexendo até formar um creme. Coloque o milho com a água que contém na lata, o caldo de frango e o peito de frango (o pedaço).
Deixe cozinhar em fogo médio por 15min ou até o milho ficar macio. 
Desligue o fogo, deixe esfriar separe o frango e passe  o resto no liquidificador, devolva tudo a panela.
Pegue o frango que estará cozido e desfie, coloque na panela junto com o creme de milho.
Ligue o fogo baixo e deixe dar uma leve fervura. 
Está pronto para servir.

Detalhe: colocamos muito queijo ralado por cima e azeite tb......... ficou demais! Foi um jantar inesquecível! Ainda mais porque fizemos de um dia comum.... especial!!!!!!

Deus os abençoe!!!

DJ Galvão e Andréa

segunda-feira, 17 de maio de 2010

ABORTO: Uma Perspectiva judaica


“Por motivos diferentes, muitas mulheres optam por interromper a gravidez, abortando o feto que têm em seu ventre. Há certas ocasiões em que as razões que as levam a esta decisão são de carácter económico, porque o casal, ou a pessoa, considera que não tem os meios necessários para manter a criança que iria nascer, tomando em conta as exigentes necessidades que a nossa sociedade impõe aos seus membros. Outras pessoas optam pelo aborto porque consideram que emocionalmente não podem enfrentar todas as implicações que significa trazer um ser humano a este mundo. Certas sociedades modernas estimulam o controlo da natalidade por considerarem que não podem solucionar os problemas que um aumento de população representa. Um dos métodos de controlo é o aborto.Toda a mulher deve poder decidir por si própria o que deseja fazer com o seu corpo. O Talmude afirma: “Úbar yérej imó”, que significa que o feto faz parte do corpo da mulher e por isso carece de individualidade própria. Por exemplo, no caso da conversão de uma mulher grávida ao judaísmo, a conversão é igualmente válida para o bebé quando nasce.O Talmude considera também o facto do feto poder ameaçar a vida da mãe. Em tal eventualidade, interrompemos a gravidez para salvar a vida da mãe. Rambam [rabino Moshe ben Maimon, conhecido como Maimonides (1135-1204)] menciona que o feto pode ser considerado como rodef (perseguidor) nos casos em que ponha em perigo a vida da mãe. Segundo outras apreciações [outros comentadores e talmudistas] se conclui que não se pode qualificar o feto de rodef por este carecer de vontade própria e não ter a faculdade de poder escolher livremente a sua conduta.Agora, podemos afirmar que o feto é uma criatura à parte e independente da sua mãe? Ou talvez considerar o feto, antes do seu nascimento, como uma espécie de órgão adicional da mãe. O Talmude ensina que se lhe proporciona uma alma ao embrião no momento da concepção. É claro que, segundo o Talmude, o feto possui individualidade e, por isso, é um ser aparte da mãe, e não pode ser considerado como um outro órgão da mesma forma. O Talmude refere-se ao embrião durante os primeiros quarenta dias de gestação como mayá beamá, que quer dizer “simplesmente água’. Podemos deduzir que até este momento não se considera o embrião como um ser humano em todo o sentido. Mas tão pouco se implica que deixemos de apreciar que estamos frente a uma vida humana em potência.O factor determinante é sem dúvida a saúde e o bem estar da mãe.Nos casos em que o feto tem deficiências genéticas a nossa tradição desaconselha o aborto porque não existe a certeza da falha que se aprecia não pode ser corrigida no futuro. E que diferença terá para nós o conceito de vida de um ser que tem deficiências com um que não tem?Teremos sempre em conta os efeitos negativos que um bebé nestas circunstâncias pode trazer para à mãe, se a mãe afirma e decide que não quer dar à luz um filho com sérias deficiências mentais ou físicas e isso será motivo para o seu desespero, aqui se pode pensar na possibilidade de fazer um aborto, pois a nossa responsabilidade primária tem a ver com a saúde e o bem estar do ser humano integro, que neste caso é a mãe.” In “Reflexões Sobre o Aborto” (1991), Luz – Textos e Depoimentos (Âncora, 2001), uma recolha de escritos de Abraão Assor, rabino da comunidade judaica de Lisboa de 1941 a 1993. Em termos gerais, tal como escreveu o saudoso rabino Abraão Assor neste texto que transcrevemos, a Halacha (Lei Judaica) não só permite o aborto, como em algumas circunstância exige a interrupção da gravidez. Acima de tudo, norteada pelo princípio da responsabilização individual – um princípio central do judaísmo –, a tradição judaica coloca a decisão na esfera familiar e, por vezes, comunitária.Historicamente, nos países onde a interrupção voluntária da gravidez se tem assumido como tema político de clivagem – especialmente nos EUA –, as comunidades judaicas têm manifestado uma oposição unânime à restrição do aborto por via legislativa. Os três principais ramos do judaísmo moderno (ortodoxo, conservador e reformado) defendem que a discussão do aborto pertence apenas e exclusivamente às mulheres e famílias afectadas, e não deve ser motivo de regulamentação legislativa ou demagogia política.Mesmo assim, nos últimos anos, surgiram algumas correntes anti-aborto no seio de movimentos judaicos ultra-ortodoxos, influenciados em grande medida pela forma como o tema tem elevado a importância política de movimentos idênticos na direita cristã. A pressão de alguns partidos religiosos ultra-ortodoxos em Israel, por exemplo, fez com que as dificuldades económicas deixassem de constar da lista de razões legalmente reconhecidas para que uma mulher podesse recorrer ao sistema nacional de saúde para abortar. Ainda assim, em Israel a interrupção voluntária da gravidez continua a ser legal – gratuita ou com custos moderados –, com algumas restrições consideradas “meramente formais” (ver Abortion in Israel: Terms of Termination).
texto do rabino Abraão Assor Z’L, líder espiritual da comunidade judaica de Lisboa entre 1941 a 1993.

domingo, 16 de maio de 2010

O amor é a base de tudo e nele tudo tem valor.

É amando como Jesus que a terra se une ao céu.

O ser humano egoísta, fechado em si mesmo, procura a própria glória. Jesus, cumprindo a vontade do Pai, dá glória a Deus e mostra que o projeto divino é ser plenamente humano: as pessoas o escutarão vivendo o amor que tem como único ponto de referência a vida e ação de Jesus. Para realizar esse projeto, que é, ao mesmo tempo, divino e humano, os cristãos são convidados a reforçar constantemente suas opções, a fim de superar, vitoriosos, as tribulações, mantendo-se unidos na fé e no amor.

Em Jesus, Deus se tornou um de nós, tornando possível a intimidade do Pai com as pessoas. Jesus dera o exemplo. Pouco antes, lavara os pés dos discípulos, mostrando o que é amar. “Como eu os amei.” O amor é gratuito. Ele não pede amor para Ele, mas para os irmãos.

O Amor é ativo. Deve ser manifestado em gestos. Dessa forma, a revelação de Jesus se prolonga no amor das pessoas na comunidade: “Nisso conhecerão que vocês são meus discípulos, se tiverem amor uns para com os outros.”

O mundo, diante do amor, que é uma maneira de Cristo estar presente, acreditará n'Ele. Esse mandamento, característico de Jesus, é, antes de tudo, um novo modo de vida, um novo objetivo.

Para Cristo, e também para a Igreja, o amor é a base de tudo e nele tudo tem valor, enquanto que, sem ele, nada é agradável a Deus. Esse amor de que Jesus fala não é senão o amor divino que nos foi dado pelo Espírito Santo.

Percebido no Batismo, ele nos insere na Trindade, fazendo-nos filhos de Deus. É amando como Jesus que a terra se une ao céu. E é por meio desse amor que a realidade divina vive na terra, dando-nos a certeza de que o paraíso se constrói aqui, como uma antecipação da graça definitiva no céu.

Somos cristãos à medida que amamos e expressamos esse amor como Jesus: fazendo a vontade do Pai, construindo seu Reino, deixando cair por terra à mentira que nos impede de dar ao mundo a resposta que Deus deseja. Nunca deixemos de amar, particularmente os que nos perseguem, caluniam e injuriam. Mais do que amar por fora, devemos amar em gestos concretos de tolerância, de amor e de recuperação dos que insistem em não amar. Amar a Deus no próximo e nos que são pedra em nossos sapatos é a gênese da vida cristã, ensinada pelo Ressuscitado!

Dom Eurico dos Santos Veloso

Arcebispo emérito de Juiz de Fora (MG)

terça-feira, 11 de maio de 2010

Um milhão de Bíblias serão distribuídas para o Brasil

Terça-feira, 11 de maio de 2010, 16h43

Elcka Torres

enviada especial a Brasília


Arquivos CN
Dom Dimas - Secretario geral da CNBB

Será lançada na próxima semana, no Brasil, a campanha nacional desenvolvida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com a Comissão para a Missão Continental no Brasil: “Projeto 1 milhão de Bíblias”, cujo tema é “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19).


''Que mais pessoas possam se aproximar, com vida e com carinho, da Palavra de Deus, através deste projeto'', afirma o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas.

A iniciativa pretende levar a Sagrada Escritura e outros materiais educativos de evangelização a todos, no País, que não têm condições de adquiri-los.

Em entrevista, o prelado ressaltou que "um milhão de Bíblias para toda a nação brasileira é pouco", mas que, a partir deste número simbólico, se espera que este seja transformado, o quanto antes, não em um, mas em dois, cinco, dez milhões para que o povo, especialmente as famílias carentes, possa ter a Bíblia, a Bíblia infantil e um pequeno Catecismo da Igreja Católica em casa.


Segundo a coordenadora do "Projeto 1 milhão de Bíblias", Sônia Minder, a Conferência de Aparecida destacou a Palavra de Deus e o novo ardor missionário. "Essa campanha está dentro do ardor missionário do Documento de Aparecida de levar a Palavra para aqueles que não a têm".

Durante a campanha será divulgado, – no site da CNBB –, um cadastro para as pessoas colaborarem com esse projeto e se tornarem, dessa forma, discípulas missionárias.



Fonte: Canção Nova Notícias

domingo, 9 de maio de 2010

Ser mãe


Ser mãe é ser humana
É ser gente, é ser bicho
É viver sem chegar, sem partir

Ser mãe é reconhecer o mundo
Através do amor profundo
É sonhar, é sorrir, é chorar

Ser mãe é descobrir a cada dia
Que a vida recomeça
É enxergar com o coração
É música, é dança, é bonança

Ser mãe é não ter sono, nem cansaço
Plantar, adubar e colher

Ser mãe é cantar a felicidade
É ser poeta e também profeta

Ser mãe é falar o necessário
É calar, é olhar, é entender

Ser mãe é abraçar
É acarinhar, é ninar
É ter a sabedoria dos deuses
A paciência do tempo
É não ter contratempo

Ser mãe é ser anjo
É loucura, é aventura permanente

Ser mãe é viver cercada de amor
É o início, é o meio e jamais o fim

Ser mãe é ser assim..

Que DEUS Abençoe a todas as Mães do Brasil que nos acolhe em Missão, em especial a Leila( Mãe do Galvão), Terezinha( Mãe da Andréa).